terça-feira, 17 de abril de 2012
O universo femino ganha forma no Te-Atando
De mulheres amarguradas, traídas, abandonadas... à mulheres renovadas, ativas, resolvidas... somos todas muitas mulheres... somos muitas em uma só.
Na aula de hoje visitamos essa dualidade nos sentimentos femininos, encenando a mesma história em 2 versões. O poema "De cara lavada" de Martha Medeiros foi defendido pelo sofrimento da mulher que falhou em sua relação e pela força da mulher que superou o que passou. O mais importante ficou para o final. O encontro dessas duas mulheres, enquanto uma compreende o sofrimento da outra, esta vê a esperança de supera-lo naquela que a convida para juntas transformarem dor em vida. Vamos? Vamos!
Outros Momentos:
Na aula de hoje visitamos essa dualidade nos sentimentos femininos, encenando a mesma história em 2 versões. O poema "De cara lavada" de Martha Medeiros foi defendido pelo sofrimento da mulher que falhou em sua relação e pela força da mulher que superou o que passou. O mais importante ficou para o final. O encontro dessas duas mulheres, enquanto uma compreende o sofrimento da outra, esta vê a esperança de supera-lo naquela que a convida para juntas transformarem dor em vida. Vamos? Vamos!
Outros Momentos:
terça-feira, 10 de abril de 2012
Temas
1 - 3 fotos sem flash em local aberto, em momentos diferentes, mostrando diferentes intensidades de luz.
2- Trabalhar na poesia "mulheres no Espelho", com maquiagem ou gestos.
3- Trabalhar nos nossos textos.
4- Trazer mais textos.
2- Trabalhar na poesia "mulheres no Espelho", com maquiagem ou gestos.
3- Trabalhar nos nossos textos.
4- Trazer mais textos.
O universo feminino à mostra
Começamos a aula com a leitura dos textos iniciada na aula anterior, colocamos o rapaz do grupo defendendo uma ode às mulheres e nós mulheres em ascensão.
Com a tarefa de adentrarmos no que há de mais feminino no mundo, hoje nos vestimos da poesia de Cecilia Meireles "mulheres no Espelho".
Começamos com um exercício com bolas que nos ajudou a manter nosso foco em nossos companheiros de cena, depois organizamos a leitura da poesia coletivamente.
O cenário foi composto de castiçais acesos e maquiagem.
Foi um belo momento, que dá um contorno a mais na montagem que estamos preparando para o 1º semestre de 2012.
Vamos lá meninas!!!
Com a tarefa de adentrarmos no que há de mais feminino no mundo, hoje nos vestimos da poesia de Cecilia Meireles "mulheres no Espelho".
Começamos com um exercício com bolas que nos ajudou a manter nosso foco em nossos companheiros de cena, depois organizamos a leitura da poesia coletivamente.
O cenário foi composto de castiçais acesos e maquiagem.
Foi um belo momento, que dá um contorno a mais na montagem que estamos preparando para o 1º semestre de 2012.
Vamos lá meninas!!!
terça-feira, 3 de abril de 2012
Hoje tivemos uma aula... com direito a roteiro de atividades, chocolates e tudo...
Precisamos fazer deste espaço das terças-feiras uma mistura entre o trocar e o aprender.
Venho aqui, então, registrar o tema para a próxima semana....
Além de continuarmos com o texto sobre o universo feminino, vamos tirar fotos de uma mesmo objeto em 3 momentos do dia: manhã, tarde e noite.
Estas fotos podem ser postadas aqui no blog ou apresentadas na próxima aula.
Até lá, então!
Precisamos fazer deste espaço das terças-feiras uma mistura entre o trocar e o aprender.
Venho aqui, então, registrar o tema para a próxima semana....
Além de continuarmos com o texto sobre o universo feminino, vamos tirar fotos de uma mesmo objeto em 3 momentos do dia: manhã, tarde e noite.
Estas fotos podem ser postadas aqui no blog ou apresentadas na próxima aula.
Até lá, então!
domingo, 1 de abril de 2012
Poesia Daniela
Fidelidade
por Patrícia Clemente
Você me pegunta se eu
te amo e quanto
Eu digo: “sim, meu
senho, mais do que tudo!”
E eu sei, meu doce
amor, estou mentindo.
Mais do que a você, eu
amo o sol, a vida,
Eu amo a luz, amo o
amor que estou sentindo.
E quer saber se o
amarei pra sempre
Eu digo: “Sim!” E
sei que estou mentindo
Não sei se o amor dura
para além deste momento
Um dia a mais, a
eternidade, o tempo
Escoa lento, ao passo
do infinito.
Pela manhã já nem sei
o que hoje eu sinto.
E pergunta se a você
somente
Eu amo agora e pelo
resto da minha vida.
E digo: “sim!” e
será que estou mentindo?
O amor é coisa vária,
inconstante
Sem direção, sem
freio, sem sentido.
Que me apaixona, assim,
por um momento,
A voz que eu ouço, o
braço que hoje eu sinto.
Mas você sempre
pergunta se eu te amo
E eu digo: “sim”e,
eu sei, não estou mentindo.
No aqui, do teu colo,
quieta, aconchegada
És exclusivo, és
absoluto, és infinito.
Textos de Martha Medeiros
Aos que não escolheram seus textos, visitem este link, tem coisas legais lá...
http://pensador.uol.com.br/mulheres_modernas_martha_medeiros/
http://pensador.uol.com.br/mulheres_modernas_martha_medeiros/
POEMAS AOS HOMENS DO NOSSO TEMPO - Hilda Hilst
Que te devolvam a alma
Homem do nosso tempo.
Pede isso a Deus
Ou às coisas que acreditas
À terra, às águas, à noite
Desmedida,
Uiva se quiseres,
Ao teu próprio ventre
Se é ele quem comanda
A tua vida, não importa,
Pede à mulher
Àquela que foi noiva
À que se fez amiga,
Abre a tua boca, ulula
Pede à chuva
Ruge
Como se tivesses no peito
Uma enorme ferida
Escancara a tua boca
Regouga: A ALMA. A ALMA DE VOLTA.
Homem do nosso tempo.
Pede isso a Deus
Ou às coisas que acreditas
À terra, às águas, à noite
Desmedida,
Uiva se quiseres,
Ao teu próprio ventre
Se é ele quem comanda
A tua vida, não importa,
Pede à mulher
Àquela que foi noiva
À que se fez amiga,
Abre a tua boca, ulula
Pede à chuva
Ruge
Como se tivesses no peito
Uma enorme ferida
Escancara a tua boca
Regouga: A ALMA. A ALMA DE VOLTA.
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